Petrobras é uma das 10 empresas do mundo que mais se valorizaram no primeiro semestre

24/08/2009 Comentários desligados

img_maioresempresa_01A Petrobras é a oitava maior empresa global por valor de mercado, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Ernst & Young. O estudo teve como base o valor das ações no fim do primeiro semestre e mostra a recuperação dos papéis da Petrobras depois do momento mais crítico da crise mundial em 2008, sendo uma das dez companhias que mais se valorizaram no mundo no primeiro semestre.

O valor de mercado da Petrobras subiu significativamente. Segundo o estudo, passou de US$ 95,9 bilhões para US$ 164,8 bilhões, possibilitando que avançasse da 37ª colocação para a oitava posição no ranking das maiores empresas globais. Apenas três companhias brasileiras foram consideradas na lista das cem maiores empresas da pesquisa. Juntas, as três apresentaram a maior valorização, com um aumento de 101%, percentual bem acima do registrado pelas empresas russas, que acumularam 42% e ficaram com o segundo melhor resultado.

Nos Estados Unidos, os papéis da Petrobras são negociados na Bolsa de Nova York, como recibos de ações (ADRs). A valorização dos ADRs no primeiro semestre de 2009 foi de, aproximadamente, 67% e 64% para os recibos PBR (ações ordinárias) e PBRA (ações preferenciais), respectivamente.

Posição
atual
Posição
anterior
Empresa Valor de mercado
(em US$ bilhões)
País
Petrochina 366,662 China
Exxon Mobil 341,141 EUA
ICBC 257,004 China
Microsoft 211,546 EUA
China Móbile 200,832 Hong Kong
China Construction Bank 188,752 China
19º Wal-Mart 182,187 EUA
37º Petrobras 164,818 Brasil
10º Johson & Johson 156,516 EUA
10º 11º Royal Dutch Shell 156,339 Holanda

Fonte: Petrobras.com

Sondagem Terrestre

20/08/2009 Comentários desligados

O sucesso de seu Programa de Revitalização de Campos com Alto Grau de Explotação, o Recage, tem possibilitado à Petrobras intensificar suas atividades de perfuração de poços terrestres no Brasil e trabalhar para atingir uma ousada meta. A idéia é aumentar sua produção terrestre de petróleo em cerca de 30% até 2010, totalizar 900 poços terrestres perfurados por ano aproximadamente, alavancar a produção de campos maduros e, mediante a ampliação das atividades exploratórias nas bacias sedimentares terrestres, beneficiar a economia de diversos estados brasileiros pelos investimentos realizados ali. A Gerência Geral de Sondagem Terrestre, especialmente criada na área de Exploração e Produção da Companhia, no âmbito das regiões Norte e Nordeste, coordenará os trabalhos realizados, de modo a garantir o cumprimento da meta em sintonia com as melhores práticas operacionais de sondagem e de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.sondagem_1

“Vamos ampliar nossa produção terrestre, que hoje é de cerca de 230 mil barris diários de óleo, isto é, quase 13% da produção nacional, em 30%. Assim, totalizaremos 300 mil barris diários em 2010 apenas nas regiões Norte e Nordeste. O número de poços terrestres perfurados por ano será maior do que o dobro, passando de 430 para cerca de 900. Poços antigos também já começam a ser reabertos, restaurados e recompletados. Para se atingir os resultados previstos, por sua vez, o total de sondas de perfuração terrestre será aumentado em 100%, perfazendo cerca de 50”, explica o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella.

sondagem_2O sucesso dos trabalhos será garantido por intermédio de medidas como otimização de custos, aproveitamento de benefícios de contratação em escala, ampliação do conteúdo nacional em máquinas e equipamentos, melhorias na eficiência operacional e aprimoramento da gestão de contratos, com foco em produtividade e rentabilidade.

“Uma estrutura integrada, com foco em poços, nos estados em que estão localizados os campos terrestres da Petrobras – Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo – facilita, ainda mais, o andamento das atividades”, ressalta Estrella. A nova gerência, por sua vez, está sediada no Rio Grande do Norte, estado que concentra grande parte das atividades de explotação terrestre da Petrobras no Brasil.

A produção em terra no Brasil apresenta vantagens significativas. “O investimento em tecnologia necessário é menor. Os riscos são menores do que os envolvidos em operações marítimas. O deslocamento de equipamentos em terra é mais fácil e rápido do que no mar, mesmo de um estado para outro. As instalações de superfície são mais simples e fáceis de se montar. Além disso, o retorno financeiro é mais rápido e previsível”, afirma Estrella.

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Há muito trabalho pela frente. E, para implementá-lo, vultosos recursos estão sendo investidos, em especial na província petrolífera do Norte Capixaba, no Espírito Santo, e nas regiões Norte e Nordeste, onde a revitalização de campos maduros terrestres vem sendo intensificada. Para se ter uma idéia, mais de dois bilhões de reais serão investidos até 2009 nos quatro principais projetos da área de Exploração e Produção da Petrobras nessas duas regiões, no âmbito da recuperação de campos maduros. Os projetos consistem no desenvolvimento do Pólo de Miranga, na Bahia; do Pólo de Carmópolis, em Sergipe; do Pólo de Canto do Amaro, no Rio Grande do Norte; e do Pólo Urucu, no estado do Amazonas. Os projetos são bastante atrativos do ponto de vista da economicidade por razões como a agilidade de implantação; a predominância de óleo leve ou parafínico nos locais, ambos com alto valor de mercado; e os investimentos de baixo risco envolvidos, uma vez que as atividades são implementadas em áreas já conhecidas geologicamente.

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Independentemente das particularidades de cada campo, uma coisa é certa no que se refere à sondagem terrestre. A intensificação das atividades da Petrobras no âmbito da exploração e da produção em terra, incluindo a retomada de investimentos em campos maduros, é uma contribuição a mais para a manutenção da auto-suficiência brasileira em petróleo e está em total sintonia com a estratégia da Petrobras de aumentar a produção brasileira de petróleo e gás. A iniciativa, portanto, é mais do que bem-vinda.

Volume de vendas cresce 9,4%

20/08/2009 Comentários desligados

postoO volume de vendas registrado pela Petrobras Distribuidora no acumulado do primeiro semestre teve um crescimento de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado, ao atingir os 20 bilhões de litros ou média de 3,3 bilhões de litros comercializados/mês. Além disso, a BR alcançou, no mês de junho, novo recorde de vendas ao contabilizar 3,49 bilhões de litros vendidos. Total que já foi ultrapassado no mês de julho, quando a companhia comercializou 3,75 bilhões e obteve 39% de market share. O crescimento de 9,4% é bem superior à evolução do mercado global de derivados, já que este apresentou um aumento de apenas 0,1% em relação às vendas demonstradas no primeiro semestre de 2008.

O resultado da Petrobras Distribuidora do primeiro semestre de 2009 gerou um aumento da receita operacional líquida da ordem de 3,2% na comparação entre os anos de 2008 e 2009. Neste período, a BR faturou 25,7 bilhões em 2009. Já o lucro líquido acumulado no período registrou uma queda de 1,4% de janeiro a junho, devido à queda das margens. No primeiro semestre do ano a companhia teve um lucro líquido de R$ 661 milhões, contra R$ 671 milhões acumulados no primeiro semestre de 2008.

Produção de petróleo no Brasil aumento 3,8%

 A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil em julho alcançou 2.254.409 barris de óleo equivalente por dia (boed), refletindo um aumento de 2,7% sobre o volume produzido em julho do ano passado (2.195.855 boed). A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, de 1.937.587 barris/dia, superou em 3,8% a do mesmo mês do ano passado.

Considerados os campos do Brasil e do exterior, a produção total de petróleo e gás natural da Companhia atingiu a média diária de 2.498.116 barris de óleo equivalente diários (boed). Esse resultado foi 3,2% maior que a produção dos campos da Companhia no País e no exterior em julho de 2008.

FONTE: FATOS E DADOS – PETROBRAS

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